4 Metodologias de Ensino e Sistema de Avaliação
4.1 Metodologias, Recursos e Materiais Didáticos
O processo de ensino e aprendizagem no curso de Engenharia de Materiais é conduzido por uma estrutura curricular abrangente, que incorpora conhecimentos nas áreas tradicionais de Química, Matemática e Física, além de conteúdos específicos das ciências dos materiais. A formação profissionalizante concentra-se no ciclo global dos materiais, explorando as inter-relações entre composição, estrutura, propriedades, processamento e aplicações de diferentes materiais.
A estrutura curricular também inclui atividades extracurriculares, trabalhos de conclusão de curso, estágios e atividades complementares. Para atingir os objetivos mencionados anteriormente, é essencial estabelecer uma comunicação eficaz entre professores e alunos. Essa comunicação deve ser facilitada por metodologias, recursos e materiais didáticos eficientes.
Os estudantes do curso de Engenharia de Materiais que possuem deficiências recebem suporte contínuo do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI) ao longo de sua trajetória acadêmica. O NAI implementa diversas iniciativas de acessibilidade, destacando-se o Programa de Tutorias. Este programa visa proporcionar apoio e auxílio aos acadêmicos com deficiência ou Transtorno do Espectro do Autismo em seus estudos e aprendizagens acadêmicas.
A formação em Engenharia de Materiais demanda a aplicação de diversos métodos, proporcionando aos alunos uma abordagem abrangente das diferentes áreas do curso. Nesse contexto, é essencial que o programa inclua aulas teóricas, práticas, resolução de exercícios, seminários, palestras, participação em eventos científicos, entre outras atividades. Além disso, os docentes devem incentivar os alunos a desenvolver habilidades de expressão escrita, verbal e resolução de problemas específicos da engenharia.
Ao longo da graduação, os estudantes participam de visitas técnicas, predominantemente em empresas relacionadas às áreas do curso. Essas visitas têm como objetivo aproximar os alunos do ambiente profissional, proporcionando uma aplicação prática dos conhecimentos teóricos adquiridos nas disciplinas. Essa interação contribui para estabelecer uma conexão significativa entre a instituição e o campo de atuação dos futuros profissionais.
Durante o curso, os discentes são estimulados a realizar atividades cruciais para a formação do Engenheiro de Materiais. Nos laboratórios, tanto para atividades de ensino quanto de pesquisa, os alunos são desafiados a conduzir experimentos individualmente ou em grupos. Essa prática proporciona a aquisição de competências que serão fundamentais em seus futuros ambientes de trabalho.
Durante o curso, são implementadas estratégias pedagógicas que fazem uso de metodologias ativas. Algumas disciplinas adotam a abordagem baseada em problemas ou a aprendizagem orientada por projetos, buscando envolver os alunos no entendimento de temas no contexto de problemas reais, complexos e multifacetados. Trabalhando em equipe, os alunos identificam o conhecimento prévio, as lacunas a serem preenchidas e como e onde acessar informações para resolver os problemas propostos.
A aprendizagem entre pares é outra estratégia aplicada em disciplinas fundamentais do curso, proporcionando ao professor uma avaliação do estágio de aprendizagem da turma e do conhecimento dos estudantes. Além disso, os docentes utilizam a estratégia de grupos para resolver exercícios em sala de aula, permitindo revisitar o conteúdo anterior, responder ou formular perguntas, iniciar a resolução de problemas, desenvolver passos de derivação e refletir sobre exemplos práticos de aplicação. Essa abordagem demonstra eficácia em turmas de todos os tamanhos e em diversos níveis de aprendizagem.
Em todas as disciplinas ao longo da graduação, é crucial que os professores sejam claros e objetivos em suas aulas, proporcionando um ensino de qualidade que contribua para a formação sólida do Engenheiro de Materiais. Cada disciplina é concebida como uma peça fundamental no conjunto, contribuindo para a construção do conhecimento necessário para o exercício profissional na área.
Conforme a Portaria nº 2.117, de 6 de dezembro de 2019 do MEC, os cursos presenciais poderão ofertar até 40% da carga horária do curso na modalidade EaD. A Educação a Distância (EaD) é uma modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação (TIC), com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos (Decreto 9.057 de 2017). Na UFPel, a EaD é caracterizada pela distância física e temporal entre os sujeitos envolvidos, cujos processos de ensino, de aprendizagem e de interação são mediados pelo uso de tecnologias educacionais digitais, exigindo planejamento prévio e detalhado das atividades e dos materiais/conteúdos disponibilizados.
A partir desta concepção, das características do curso, do perfil de egresso que o curso almeja e da presença constante e importante das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), a metodologia, os recursos e os materiais didáticos são pensados e combinados para promover o ensino e a aprendizagem, a permanência, o pertencimento e o desenvolvimento integral do acadêmico. A diversidade metodológica é considerada em prol da autonomia discente, requerendo práticas pedagógicas que estimulam a ação em uma relação envolvendo teoria-prática e que sejam claramente inovadoras, proporcionando aprendizagens diferenciadas dentro da área.
Para atender às necessidades de oferta de carga horária a distância e às exigências da Portaria 2.117/2019 do MEC, o curso de Engenharia de Materiais se compromete a:
- Oferecer uma experiência educacional enriquecedora através da aplicação de diversas metodologias de ensino, recursos avançados e materiais didáticos atualizados.
- Basear a abordagem pedagógica em uma combinação de aulas expositivas, discussões em grupo, aprendizado prático e atividades baseadas em projetos, promovendo uma compreensão profunda dos conceitos.
- Aproveitar tecnologias educacionais inovadoras, como plataformas de ensino online, laboratórios virtuais e simulações, para enriquecer a experiência de aprendizado.
- Selecionar cuidadosamente os materiais didáticos para garantir relevância e atualização constante, incluindo livros, artigos acadêmicos, vídeos e recursos digitais.
- Proporcionar uma abordagem centrada no aluno, visando criar um ambiente de aprendizado dinâmico e envolvente que atenda às necessidades dos estudantes e os prepare para os desafios do mundo acadêmico e profissional.
4.1.1 Metodologia para EaD
Os componentes curriculares oferecidos na modalidade a distância utilizarão as seguintes metodologias:
- Plataforma Virtual de Aprendizagem: Uso do Moodle para disponibilização de materiais didáticos, atividades, fóruns de discussão e avaliações online.
- Aulas Assíncronas: Videoaulas e materiais multimídia acessíveis a qualquer momento, permitindo flexibilidade no aprendizado.
- Aulas Síncronas: Sessões de videoconferência em tempo real, promovendo interação direta entre alunos e professores.
- Atividades Interativas: Quizzes, fóruns de discussão e trabalhos colaborativos para estimular a participação ativa dos estudantes.
- Acompanhamento e Suporte: Monitoramento contínuo do progresso dos alunos e suporte técnico e pedagógico disponível para resolver dúvidas e problemas.
4.2 Acompanhamento e Avaliação do Ensino e da Aprendizagem
4.2.1 Avaliação do Ensino
O sistema de avaliação do ensino é baseado em três premissas principais, que servem como elementos-chave para aprimorar a formação profissional no curso de Engenharia de Materiais, garantindo a adequação de disciplinas, conteúdos programáticos e desempenho/postura tanto de docentes quanto de discentes:
- Participação efetiva do corpo discente, envolvendo a aplicação de questionários direcionados aos alunos, nos quais eles expressam suas opiniões sobre o desempenho do docente, dinamismo, interesse, disponibilidade, pontualidade, assiduidade, qualidade dos materiais fornecidos, procedimentos de avaliação da aprendizagem, entre outros aspectos considerados relevantes. Desde 2015, todos os docentes são avaliados pelos alunos por meio da Plataforma Cobalto, sendo essas avaliações consideradas para a análise do desempenho do ensino.
- Avaliação do corpo docente, realizada por meio de mecanismos internos estabelecidos pela UFPel, que visam garantir a qualidade e eficácia do ensino.
- Avaliação quantitativa da carga horária docente em termos do número de horas/aula ministradas por semestre, partindo do pressuposto de que um excesso de carga horária impacta imediatamente na qualidade do ensino. Essa análise busca assegurar um equilíbrio adequado entre a carga de trabalho dos docentes e a excelência no processo de ensino.
4.2.2 Avaliação da Aprendizagem
O sistema de avaliação da aprendizagem segue as diretrizes estabelecidas no Capítulo V do Regimento Geral da UFPel, especificamente nos artigos 146 a 150, destacando-se as seguintes disposições:
- A atribuição de notas varia de 0 a 10, sendo considerado aprovado sem necessidade de exame o discente que alcançar nota 7.
- O direito a exame é conferido ao aluno que apresentar frequência igual ou superior a 75% e obtiver média semestral entre 3 e 6,9.
- A aprovação após o exame é concedida se a média entre a nota do exame e a média semestral for igual ou superior a 5,0.
- O desempenho do aluno em cada disciplina é avaliado por meio de, no mínimo, duas avaliações distribuídas ao longo do período, sem prejuízo de outras avaliações, aulas e trabalhos previstos no plano de ensino da disciplina.
- Considera-se definitivamente reprovado o aluno que obtiver média semestral inferior a 3.
- Estágios curriculares e Trabalhos de Conclusão de Curso não são passíveis de exame devido à natureza das atividades, sendo necessária a obtenção de média 7 para aprovação.
De uma forma mais específica, a avaliação da aprendizagem no curso de Engenharia de Materiais é um processo contínuo e sistemático, que visa garantir a formação integral dos estudantes. Este processo está alinhado com os objetivos do curso e visa desenvolver competências, habilidades e atitudes necessárias ao futuro profissional. As estratégias de avaliação incluem provas escritas, trabalhos práticos, projetos, seminários, autoavaliação e outras atividades que promovam o aprendizado ativo e reflexivo.
Ao iniciar o semestre, é incumbência do docente apresentar e discutir com os alunos o cronograma, os critérios de avaliação da aprendizagem e a bibliografia de referência, conforme estabelecido no plano de ensino. Além disso, é de responsabilidade do docente registrar no sistema Cobalto os resultados de cada avaliação parcial ao longo do período letivo, permitindo o acompanhamento contínuo do desempenho do discente. Por fim, cabe ao docente registrar no sistema acadêmico o resultado final do desempenho do aluno, com no mínimo 72 horas de antecedência ao exame.
As avaliações realizadas em cada disciplina têm como objetivo monitorar e verificar o nível de absorção do conteúdo ministrado pelos docentes. Vale ressaltar a importância do Grupo de Interlocução Pedagógica (GIP) da UFPel, instituído em 2017. O GIP tem como propósito oferecer suporte aos docentes da instituição, auxiliando na atualização constante de suas práticas pedagógicas. Uma das metas do GIP é contribuir para a qualificação acadêmica, visando a redução da evasão e retenção. No âmbito do CDTec, dois docentes representam o centro no GIP, sendo uma de suas responsabilidades propor, orientar e estimular a discussão sobre avaliação nos processos pedagógicos, promovendo a qualificação desses processos e, assim, mitigando as dificuldades de aprendizagem enfrentadas pelos discentes e reduzindo a evasão.
4.2.2.1 Metodologias de Avaliação para Componentes Curriculares EaD
Conforme previsto na Resolução nº 62 do COCEPE de 2023, em seu art. 5º, inciso I e inciso IV, os componentes curriculares com carga horária integral em EaD deverão prever nos planos de ensino um encontro, presencial ou síncrono, no início do semestre e no mínimo uma avaliação presencial ou síncrona, com peso de 50% do total.
Para atender a essa normativa, explicitamos que os componentes curriculares com carga horária integral na modalidade EaD terão a seguinte estrutura de acompanhamento e avaliação:
- Encontro Inicial: Será realizado um encontro, presencial ou síncrono, no início do semestre, para apresentação da disciplina, objetivos, metodologia, cronograma e orientações gerais.
- Avaliação: Será realizada no mínimo uma avaliação presencial ou síncrona, com peso de 50% do total da nota, garantindo a verificação da aprendizagem de forma rigorosa e eficaz.
Além das adaptações acima, o curso revisitou suas concepções de avaliação, alinhando-se aos princípios do Núcleo Pedagógico (NUPED), especialmente a visão de avaliação como uma parte permanente da formação. Essa visão objetiva contribuir para que docentes e discentes avaliem continuamente os processos e atividades de ensino e aprendizagem, promovendo uma cultura de melhoria contínua e desenvolvimento integral.
A avaliação será utilizada não apenas como um instrumento de mensuração do aprendizado, mas também como uma ferramenta formativa, que auxilia no diagnóstico de dificuldades, na orientação de práticas pedagógicas e no acompanhamento do progresso dos estudantes. Isso inclui:
- Feedback Constante: Oferecer feedback contínuo e construtivo aos alunos, ajudando-os a identificar pontos fortes e áreas de melhoria.
- Diversidade de Instrumentos: Utilização de diferentes métodos avaliativos, como provas escritas, trabalhos práticos, projetos, apresentações e atividades online, para atender às diversas formas de aprendizado dos estudantes.
- Participação Ativa: Encorajamento da participação ativa dos alunos no processo de avaliação, promovendo a autoavaliação e a coavaliação, para que desenvolvam habilidades de reflexão crítica sobre o próprio aprendizado.
4.2.2.2 O papel do NDE na avaliação da aprendizagem
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) desempenha um papel fundamental na promoção e acompanhamento de recursos destinados a superar as dificuldades de aprendizagem enfrentadas pelos estudantes ao longo de sua trajetória acadêmica. As principais ações do NDE incluem:
- Diagnóstico de Dificuldades de Aprendizagem: Realizar diagnósticos periódicos para identificar as principais dificuldades de aprendizagem enfrentadas pelos discentes.
- Promoção de Ações de Apoio: Desenvolver e implementar programas de tutoria, monitoria e reforço acadêmico, além de oficinas e cursos de nivelamento, em parceria com os docentes e demais órgãos da instituição.
- Acompanhamento e Avaliação: Monitorar o progresso dos estudantes e a eficácia das ações de apoio implementadas, ajustando as estratégias conforme necessário.
- Capacitação Docente: Promover a formação continuada dos docentes, fornecendo ferramentas e metodologias que auxiliem na identificação e superação das dificuldades de aprendizagem.
- Integração com outros setores: Colaborar com outros setores da universidade, como a Coordenadoria de Assistência Estudantil, para oferecer suporte psicopedagógico e socioeconômico aos estudantes.
Essas ações visam proporcionar um ambiente de aprendizado inclusivo e eficiente, garantindo que todos os estudantes tenham as oportunidades necessárias para superar suas dificuldades e alcançar o sucesso acadêmico.
4.3 Apoio ao Discente
O curso de Engenharia de Materiais implementou diversos programas de acompanhamento e apoio aos discentes, destacando-se o projeto de ensino promovido pela Coordenação do curso, especialmente direcionado aos alunos ingressantes nos primeiros semestres. Como mencionado anteriormente, esse projeto visa desenvolver ações que contribuam para a formação acadêmica, promovendo a integração dos alunos e facilitando sua inserção no curso. O objetivo principal é reduzir os índices de evasão, aumentando assim os níveis de retenção e permanência dos alunos na graduação.
A UFPel disponibiliza programas de monitoria que têm como propósito auxiliar os alunos que enfrentam dificuldades de aprendizado em diversas áreas. Esses programas envolvem a colaboração de professores e alunos, sendo oferecidas bolsas para alunos monitores. Um exemplo notável é o projeto GAMA (Grupo de Apoio em Matemática), que oferece suporte a estudantes do curso que enfrentam desafios em disciplinas de matemática básica e cálculo, visando reduzir os índices de reprovação e evasão.
Além das iniciativas já mencionadas, os discentes contam com o apoio fundamental da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE). Criada em 2007, a PRAE atendeu à demanda crescente de estudantes de diferentes regiões do país, especialmente aqueles que ingressaram por meio do Sistema de Seleção Unificada (SISU). A necessidade de ampliar o programa de moradia estudantil e criar alojamento provisório impulsionou a transformação da Coordenadoria de Assuntos Estudantis e Comunitários (CAEC) em uma pró-reitoria. Essa mudança proporcionou uma estrutura mais adequada para atender positivamente às crescentes demandas e garantir suporte eficaz aos estudantes, acompanhando a consolidação desse modelo de ingresso na UFPel.
Atualmente, a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE) opera com duas Coordenações distintas - Coordenação de Integração Estudantil (CIE) e Coordenação de Políticas Estudantis (CPE) - subdivididas em núcleos que monitoram os diversos programas desenvolvidos na instituição. A atuação da PRAE transcende o escopo da assistência direta, expandindo-se para políticas inclusivas e de permanência, não limitadas apenas ao apoio financeiro, mas abrangendo também suporte psicossocial e iniciativas voltadas para questões relacionadas a gênero e etnia.
A PRAE implementa políticas voltadas ao lazer e à cultura, facilitando o acesso a eventos por meio de editais, nos quais todos os estudantes matriculados nos cursos de graduação da UFPel podem participar.
A UFPel dispõe de quatro Restaurantes Universitários, localizados no Campus Capão do Leão, Campus Porto, e dois no centro da cidade, proporcionando refeições acessíveis e de qualidade para a comunidade universitária. No Campus Porto, onde a maioria das aulas do curso ocorre, são oferecidos almoço e jantar de segunda a sexta. Além disso, há uma lanchonete no mesmo campus que oferece lanches e salgados, proporcionando um espaço adequado para a interação social da comunidade universitária.
A universidade também implementa políticas de inclusão, como discutido no item 4.1 “Metodologias, Recursos e Materiais Didáticos”. O Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI), estabelecido em agosto de 2008 a partir do projeto “Incluir” do Ministério da Educação, atua na promoção de políticas e ações que concretizem a inclusão no Ensino Superior. O NAI baseia suas ações nos princípios orientadores do Plano de Acessibilidade e Inclusão da UFPel, aprovado pelo CONSUN em março de 2016, e na efetivação da Lei 13.409/2016, que trata das cotas para pessoas com deficiência no Ensino Superior, além de outras legislações vigentes. O objetivo é possibilitar uma inclusão qualificada de todos na Universidade, não apenas como presença física, mas principalmente como agentes potencializadores de emancipação, autonomia e pertencimento.
O apoio discente envolve várias ações, inclusive acessibilidade metodológica e instrumental, neste sentido o Núcleo de Políticas de Educação a Distância (NUPED) propicia cursos de curta duração que tem como foco a ambientalização dos estudantes na Plataforma Institucional para o uso de tecnologias educacionais digitais. Além disso, está disponível o sistema de atendimento em atendimento.ufpel.edu.br, onde uma equipe permanente de técnicos prestará suporte aos estudantes em caso de dúvidas sobre o funcionamento e utilização do ambiente virtual de aprendizagem, o e-AULA.